sábado, 15 de agosto de 2009
Joélio Santos - Árvore que Chora, ou imagens que não vivi
Alex Pochat - Concerto para Sitar nº 1
Túlio Augusto - Lugar Nenhum Regionalfolkmusic
Paulo Costa Lima - Yêlelá Twendê
Paulo Rios Filho - Cantem, meus amores, cantem!
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quarta-feira, 6 de agosto de 2008
OCA e OSUFBA apresentam
__concerto para bateria; concerto para gaita__

______Orquestra Sinfônica da UFBA______
_________Regente: Paulo Novais_________
______________Solistas: _______________
___________________Alex Pochat no sitar;
____________Marcos Café no sax barítono;
____________Jorge Sacramento na bateria;
_________________Túlio Augusto na gaita.
Música de Agora: 4 concertos atuais para orquestra sinfônica e instrumento solista
Programa:
1. Concerto para sitar nº 1; de Alex Pochat, usa o sitar (frequentemente confundido com a cítara), instrumento típico da cultura indiana, tão apreciada pelo compositor que transcende barreiras culturais ao promover diálogos entre técnicas universais de composição de música de concerto com ritmos e sonoridades da Índia e da Bahia;
2. A Árvore que Chora; de Joélio Santos, música descritiva que tem o saxofone barítono como solista e que descreve paisagens e a história do município de Camaçari, terra natal do compositor;
3. Cantem, meus amores, cantem! Concerto para bateria e orquestra; de Paulo Rios Filho, transforma a orquestra num grande coro falado, na seção final da música, em contraposição ao set barulhento de bateria, num rico encontro entre ritmos afro-baianos, serialismo livre e texturas inspiradas no rock n’ roll;
4. Lugar Nenhum Regionalfolkmusic; de Túlio Augusto, utiliza a gaita como instrumento solista e faz dialogar, inusitadamente, texturas sinfônicas com escalas nordestinas e de blues.
O GÊNERO CONCERTO
Com origens na era barroca, o concerto é, basicamente, uma composição musical que sustenta o contraste entre um grupo orquestral e um instrumento - ou grupo de instrumentos - solista. Desde meados do século XVIII, de Mozart a John Cage, o concerto é um dos gêneros que mais alimentam os impulsos criadores dos que pensam a “música de concerto” (aqui, este termo genérico substitui os também genéricos e usuais – mas fracos – “música clássica” e “música erudita”).
A OCA – OFICINA DE COMPOSIÇÃO AGORA
A OCA é um grupo de composição e interpretação de música contemporânea, criado em 2004, pelo Prof. Paulo Costa Lima e cinco de seus alunos de composição. Hoje formada por quatro jovens compositores da Escola de Música da UFBA (Alex Pochat, Joélio Santos, Paulo Rios Filho e Túlio Augusto), tem como principais intuitos a criação, interpretação, o registro e a difusão de música de concerto atual, através da produção dos seus membros e de convidados.
Este concerto especial com a Orquestra Sinfônica da UFBA tem origem em 2007, na universidade, com a composição de peças para orquestra e instrumento solista, sob a orientação do Prof. Wellington Gomes - renomado compositor baiano – a quem a OCA dedica o concerto da noite - que também é violista da OSUFBA e vai tocar as peças dos seus quatro alunos.
OS SOLISTAS
Concerto para Sitar nº 1 – o próprio compositor, Alex Pochat;
A Árvore que Chora – o saxofonista Marcos Café;
Cantem, meus amores, cantem! – Jorge Sacramento, professor de percussão da UFBA e percussionista da OSBA;
Lugar Nenhum Regionalfolkmusic – o próprio compositor, Túlio Augusto, toca a gaita.
ocaocaoca.com