
música contemporânea gratuita
2 concertos | Reitoria da UFBA, 20h
workshop e palestra em composição musical
na Escola de Música da UFBA
29 e 30/04, às 10h



Realização:
Pátio do ICBA, Goethe Institut - Corredor da Vitória
Salvador, Bahia 13.08.09, quinta-feira 20h
LEVE O SEU MP3 PLAYER!
DJ, audição das obras, coquetel, ambientes individuais de audição (c/ headphones), projeção de vídeo-esquetes, bate papo com os compositores e músicos do projeto
Com origens na era barroca, o concerto é, basicamente, uma composição musical que sustenta o contraste entre um grupo orquestral e um instrumento - ou grupo de instrumentos - solista. Desde meados do século XVIII, de Mozart a John Cage, o concerto é um dos gêneros que mais alimentam os impulsos criadores dos que pensam a “música de concerto” (aqui, este termo genérico substitui os também genéricos e usuais – mas fracos – “música clássica” e “música erudita”).
Trata-se da gravação de cinco peças, compostas por compositores baianos, para distribuição gratuita via internet. Os compositores são os fundadores do grupo de música contemporânea OCA – Oficina de Composição Agora, Alex Pochat, Joélio Santos, Paulo Costa Lima, Paulo Rios Filho e Túlio Augusto, grupo transformado em pessoa jurídica homônima, a Associação Civil Oficina de Composição Agora, gerida por três destes compositores, desde 2006.
A unidade do projeto não se encontra apenas no fato de que as cinco peças são concertos para solista e orquestra. Além disso, o ineditismo do projeto se encontra no fato de que todos os instrumentos solistas são estranhos ao mundo sinfônico: sitar (Concerto para Sitar nº 1, Alex Pochat), sax-barítono (A Árvore que Chora, Joélio Santos), bateria (Cantem, meus amores, cantem!, Paulo Rios Filho), gaita (Lugarnenhumregionalfolkmusic, Túlio Augusto) e duas sopranos, percussão e baixo elétrico (Yêlelá Twendê, Paulo Costa Lima).
O projeto - que foi contemplado pelo Edital de Criação de Conteúdo Digital em Música 2008, da FUNCEB – Fundação Cultural do Estado da Bahia, sendo assim patrocinado pela Secretaria de Cultura do Estado, através do Fundo de Cultura da Bahia e da própria FUNCEB -, conta com a participação de quase trinta músicos, sendo seis convidados de outros estados (como São Paulo e Goiás), e tem a regência do Maestro Paulo Novais.
Instituições que apóiam o “Conserte-se!”: Escola de Música da UFBA, Museu de Arte Sacra e Pousada Âmbar. A realização fica a cargo da OCA – Associação Civil Oficina de Composição Agora.
O site, que só entrará no ar no dia do lançamento, contém todas as informações do projeto, das músicas e dos compositores envolvidos. O endereço: www.ocaocaoca.com
No dia 14, às 19h, na Escola de Música da UFBA, palestra ministrada pelos compositores, pelo regente e pelos músicos solistas do projeto.
As peças foram gravadas no Museu de Arte Sacra. O técnico de gravação foi Tadeu Mascarenhas, com quem ficou a cargo, ainda, mixagem e masterização.
1. Concerto para sitar nº 1; de Alex Pochat, usa o sitar (frequentemente confundido com a cítara), instrumento típico da cultura indiana, tão apreciada pelo compositor que transcende barreiras culturais ao promover diálogos entre técnicas universais de composição de música de concerto com ritmos e sonoridades da Índia e da Bahia;
2. A Árvore que Chora; de Joélio Santos, música descritiva que tem o saxofone barítono como solista e que descreve paisagens e a história do município de Camaçari, terra natal do compositor;
3. Yêlelá Twendê; de Paulo Costa Lima, descrita pelo compositor como uma “canção concertante – carnavalito”, parte de um texto em Umbundu, para criar um ambiente híbrido, meio concerto, meio canção, meio carnaval, tudo isso fazendo uso de uma parte vocal incansável e de uma sonoridade forte e dançante na orquestra.
4. Cantem, meus amores, cantem! Concerto para bateria e orquestra; de Paulo Rios Filho, transforma a orquestra num grande coro falado, na seção final da música, em contraposição ao set barulhento de bateria, num rico encontro entre ritmos afro-baianos, serialismo livre e texturas inspiradas no rock n’ roll;
5. Lugar Nenhum Regionalfolkmusic; de Túlio Augusto, utiliza a gaita como instrumento solista e faz dialogar, inusitadamente, texturas sinfônicas com escalas nordestinas e de blues.
A OCA é um grupo de composição e interpretação de música contemporânea, criado em 2004, pelo Prof. Paulo Costa Lima e cinco de seus alunos de composição. Hoje formada por quatro jovens compositores da Escola de Música da UFBA (Alex Pochat, Joélio Santos, Paulo Rios Filho e Túlio Augusto), tem como principais intuitos a criação, interpretação, o registro e a difusão de música de concerto atual, através da produção dos seus membros e de convidados.
Maiores Informações:
OCA:
3345-6564/8765-9227 (Alex Pochat)
8867-4476 (Joélio Santos)
3235-5676 (Paulo Costa Lima)
3237-8675/8837-2262 (Paulo Rios Filho)
8769-9266 (Túlio Augusto)
ocacontato@gmail.com
Maestro Paulo Novais:
3264-7126/88926040

Programa:
1. Concerto para sitar nº 1; de Alex Pochat, usa o sitar (frequentemente confundido com a cítara), instrumento típico da cultura indiana, tão apreciada pelo compositor que transcende barreiras culturais ao promover diálogos entre técnicas universais de composição de música de concerto com ritmos e sonoridades da Índia e da Bahia;
2. A Árvore que Chora; de Joélio Santos, música descritiva que tem o saxofone barítono como solista e que descreve paisagens e a história do município de Camaçari, terra natal do compositor;
3. Cantem, meus amores, cantem! Concerto para bateria e orquestra; de Paulo Rios Filho, transforma a orquestra num grande coro falado, na seção final da música, em contraposição ao set barulhento de bateria, num rico encontro entre ritmos afro-baianos, serialismo livre e texturas inspiradas no rock n’ roll;
4. Lugar Nenhum Regionalfolkmusic; de Túlio Augusto, utiliza a gaita como instrumento solista e faz dialogar, inusitadamente, texturas sinfônicas com escalas nordestinas e de blues.
O GÊNERO CONCERTO
Com origens na era barroca, o concerto é, basicamente, uma composição musical que sustenta o contraste entre um grupo orquestral e um instrumento - ou grupo de instrumentos - solista. Desde meados do século XVIII, de Mozart a John Cage, o concerto é um dos gêneros que mais alimentam os impulsos criadores dos que pensam a “música de concerto” (aqui, este termo genérico substitui os também genéricos e usuais – mas fracos – “música clássica” e “música erudita”).
A OCA – OFICINA DE COMPOSIÇÃO AGORA
A OCA é um grupo de composição e interpretação de música contemporânea, criado em 2004, pelo Prof. Paulo Costa Lima e cinco de seus alunos de composição. Hoje formada por quatro jovens compositores da Escola de Música da UFBA (Alex Pochat, Joélio Santos, Paulo Rios Filho e Túlio Augusto), tem como principais intuitos a criação, interpretação, o registro e a difusão de música de concerto atual, através da produção dos seus membros e de convidados.
Este concerto especial com a Orquestra Sinfônica da UFBA tem origem em 2007, na universidade, com a composição de peças para orquestra e instrumento solista, sob a orientação do Prof. Wellington Gomes - renomado compositor baiano – a quem a OCA dedica o concerto da noite - que também é violista da OSUFBA e vai tocar as peças dos seus quatro alunos.
OS SOLISTAS
Concerto para Sitar nº 1 – o próprio compositor, Alex Pochat;
A Árvore que Chora – o saxofonista Marcos Café;
Cantem, meus amores, cantem! – Jorge Sacramento, professor de percussão da UFBA e percussionista da OSBA;
Lugar Nenhum Regionalfolkmusic – o próprio compositor, Túlio Augusto, toca a gaita.